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PACIÊNCIA

8
mar

Feliz Dia Internacional Da Mulher

As flores irradiam a glória e a beleza de Deus-Mãe, pois ela caminha sobre a Terra em cada mulher.

Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre. Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.

Homem! Neste dia internacional da mulher, lembra-te que podes divinizar-te pela admiração da mulher.

• Estás aflito? Recorre à mulher. Ela é o consolo dos aflitos.

• Estás enfermo? O toque da mulher é curativo.

• Queres descobrir os mistérios da Divindade? Busca compreender o coração da mulher.

Porque quem não reverencia a mulher, fecha as portas à graça e à beleza.

Mulher! Ao olhar-te no espelho, reconhece ali a Mãe Divina! Mira-te nela! Encarna com dignidade os dons femininos de amor, fidelidade, pureza, sensibilidade, compreensão, delicadeza, generosidade, doçura, abnegação, serenidade e o dom de tudo embelezar.

Mulher! Não te deixes corromper pela futilidade e mediocridade do mundo. Aumenta ainda mais tua força, apreendendo as virtudes dos homens, mas nunca os vícios. A regeneração do mundo depende de ti, pois tens o poder de moldar o caráter de um ser, desde o teu ventre e por toda a sua vida.

Podes transformar teu lar num templo da Divina Missão de Amor. Quando defendes tua dignidade, defendes a dignidade de cada ser humano.

Mulher! Rejeita qualquer pensamento ou sentimento de rivalidade, pois isto destrói a unidade das mulheres. Caminha graciosamente, olhando sempre com admiração o teu eterno companheiro, o homem.

Mulher! Neste Dia Internacional da Mulher, dedicado a ti, todos te proclamam como a Senhora da criação e da beleza e admiram a dádiva que é ser mulher!

8
out

Pipoca

 

Milho de pipoca que não passa pelo fogo continua a ser milho de pipoca. Assim acontece com a gente. As grandes transformações acontecem quando passamos pelo fogo. Quem não passa pelo fogo fica do mesmo jeito, a vida inteira. São pessoas de uma mesmice e de uma dureza assombrosas. Só que elas não percebem, acham que tudo é deste jeito e que não pode ser de outra forma.

Mas, de repente, vem o fogo. O fogo é quando a vida nos lança numa situação que nunca imaginamos – dor. Pode ser fogo de fora: perder um amor, perder um filho, ficar doente, perder um emprego, ficar pobre. Pode ser fogo de dentro: pânico, medo, ansiedade, depressão, sofrimentos cujas causas ignoramos. Há sempre o recurso dos remédios (das fugas) – apagar o fogo. Sem fogo o sofrimento diminui e com isso a possibilidade da grande transformação também.

Imagino que a pobre pipoca, fechada dentro da panela, lá dentro ficando cada vez mais quente, pense que sua hora chegou: vai morrer. De dentro de sua casca dura, fechada em si mesma, com a visão limitada que traz da vida, não pode imaginar destino diferente. Não pode imaginar a transformação que está sendo preparada. A pipoca não imagina aquilo de que é capaz. Aí, sem aviso prévio, pelo poder do fogo, a grande transformação acontece e ela aparece de uma forma completamente diferente… exuberante, maior, mais bonita… algo que ela mesma nunca havia imaginado ser capaz de se transformar.

Bem, mas ainda temos o piruá, que é o milho de pipoca que se recusa a estourar… o destino delas é triste. Não vão se transformar na flor branca macia.

Talvez hoje a gente não entenda o motivo de estar passando por alguma coisa, mas tenhamos a certeza que quanto mais quente o fogo, mais rápido a pipoca poderá estourar!

 

1
out

Os Seis Cegos do Indostan

 

Conta-se que seis cegos do Indostan, que após tanto ouvirem falar de elefante, decidiram sair a campo para descobrir o que era realmente o elefante. Partiram em diferentes direções para encontrá-lo e trazer as descobertas.

O primeiro cego, batendo contra a larga e resistente anca do elefante, grita alto: “O meu Deus, o elefante não é nada mais que um grande muro”.

O segundo cego, sentindo a presa lisa e afiada, observa: “O elefante não é mais nada que uma lança”.

O terceiro cego, tocando a tromba do elefante, conclui apressadamente: “Quem não vê que o elefante não é nada mais que uma cobra?”.

O quarto cego, tropeçando com o joelho do elefante, afirma categoricamente: “Não tenho a menor dúvida, o elefante não é nada mais que uma árvore”.

O quinto cego, tocando a orelha do elefante, e como este estivesse abaixado, diz: “Ah, ninguém pode negar que o elefante não é nada mais que um cobertor”.

O sexto cego, agarrado à cauda do elefante, exclama com euforia pela descoberta: “Aqui está ele, o elefante não é nada mais que uma corda”.

 

Terminada a busca, os seis cegos voltam para, juntos discutirem a respeito dos seus achados e tirarem dúvidas a respeito do elefante. Cada um se apresenta fechado em sua auto-suficiência dogmática; o que vale é somente a sua verdade. Estão mais preocupados em defender seus próprios interesses e pontos de vista. Confraga-se a polêmica, acabam discutindo e se desentendendo ainda mais! Se estivessem abertos, com espírito interativo para ouvir a parcela de verdade do outro, poderiam ter crescido e descoberto uma imagem mais acertado do elefante… Seria o início do diálogo multidisciplinar. Não seria o mais óbvio? Mas não é tão simples quanto parece! Ledo engano acreditar que a realidade se dá a conhecer tão facilmente quanto imaginamos.

 

Esta história pode nos ensinar muito a respeito da vida, de relacionamentos, colaboração e interdisciplinaridade no contexto da saúde, quer no setor educativo, quer no assistencial. È hora de darmos crédito à ótica e terapêutica multidisciplinar, não por capricho ou modismo, mas por necessidade de honrarmos a verdade. A verdade revê-se dialogal.

 

O conhecimento, hoje, apresenta-se como um conjunto de especializações, por vezes, desconexas, em que acabamos sabendo sempre mais de cada vez menos, até chegarmos a saber quase tudo de quase nada. É um paradoxo! Esse conhecimento dificilmente se transforma em sabedoria se não honrar a contribuição da perspectiva multidisciplinar. A significação do conhecimento, do trabalho, da vida, enfim, pressupõe a interdependência colaborativa, que honre os valores que cada pessoa tem.

 

História contada por Léo Pessini na apresentação do livro de:

RAMPAZZO, Lino. Antropologia Religiões e Valores Cristãos. 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000.

 

 

 

17
set

O Julgamento

 

O réu estava sendo julgado por assassinato. Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o corpo da vítima ainda não havia sido localizado.
Sem muita esperança, o advogado em comum acordo com o seu cliente, o réu, resolveu arriscar uma última estratégia desesperadora.
– Tenho uma surpresa! Dentro de um minuto, a vítima presumidamente assassinada entrará neste tribunal andando e nos relatará o mal entendido ocorrido. E olha para porta principal.
Os jurados inclusive o juiz, surpresos, repetem o mesmo gesto.
Findado o prazo, o advogado comenta:
– Realmente, ninguém entrou. No entanto, por vossas expectativas concluímos que o júri não tem certeza plena ou alguma de que o réu é mesmo o culpado.
Se não há corpo, não há assassinato.
Os jurados, aconselhados pelo juiz, retiram-se para a decisão final.

E vem o veredicto: CULPADO!

– Culpado? Mas como? – pergunta o advogado.
– Vocês estavam em dúvida, eu vi todos olharem para a porta principal!
E o juiz, antes de decretar a sentença, completa:
É verdade. Todos nós olhamos para a porta principal, menos o seu cliente, o réu.

REFLEXÃO:

Essa metáfora nos remete a dois pontos principais;
– do lado do réu faltou o COMPROMETIMENTO, pois quando um não se compromete o todo é afetado.
– do lado do juiz e jurados foi PERCEPÇÃO, pois sem ela este caso seria desastroso, podendo até ser feita uma injustiça, não é mesmo? Não podemos confiar apenas nas palavras, nossa linguagem corporal e tom de voz (não verbal) compreendem a maior parte da nossa comunicação.

“Sorte pode levar a um bom resultado. Trabalho e comprometimento são sinônimos de um bom resultado”. (Fred Teixeira)

11
set

O Desafio do Lenhador

Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.

O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.

Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de  aprender com quem mais sabia. Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.

Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.

Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.

O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.

Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.

De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.

Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.

O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.

Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

O velho, sabiamente, lhe respondeu:

Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!  (Albigenor e Rose Militão)

 

REFLEXÃO:

Quando chegamos a determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

É tempo de amolar o machado!

Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito.

Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, planejar, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível.

Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência.

Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender.

O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente.

 

* Preserve  e Ame sempre a natureza, desmatamento não é a idéia desse CONTO.

 

“Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado.” (Abraham Lincoln)

“O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão necessários hoje, para merecermos um futuro. O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho.” (Peter Drucker)

 

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