abc@abccoaching.com.br
(11) 98832-2756

coaching de vida

8
mar

Feliz Dia Internacional Da Mulher

As flores irradiam a glória e a beleza de Deus-Mãe, pois ela caminha sobre a Terra em cada mulher.

Mulher! Todos os grandes senhores te reverenciam no dia de hoje, pois eles nasceram do teu ventre. Mulher! Além de todos os poderes cósmicos, levas dentro de ti a semente sagrada que provê a vida. Tu és o mais belo pensamento de Deus. Teu coração é manancial de sabedoria. De teu íntimo brota a força amorosa que nutre, regenera e ressuscita.

Homem! Neste dia internacional da mulher, lembra-te que podes divinizar-te pela admiração da mulher.

• Estás aflito? Recorre à mulher. Ela é o consolo dos aflitos.

• Estás enfermo? O toque da mulher é curativo.

• Queres descobrir os mistérios da Divindade? Busca compreender o coração da mulher.

Porque quem não reverencia a mulher, fecha as portas à graça e à beleza.

Mulher! Ao olhar-te no espelho, reconhece ali a Mãe Divina! Mira-te nela! Encarna com dignidade os dons femininos de amor, fidelidade, pureza, sensibilidade, compreensão, delicadeza, generosidade, doçura, abnegação, serenidade e o dom de tudo embelezar.

Mulher! Não te deixes corromper pela futilidade e mediocridade do mundo. Aumenta ainda mais tua força, apreendendo as virtudes dos homens, mas nunca os vícios. A regeneração do mundo depende de ti, pois tens o poder de moldar o caráter de um ser, desde o teu ventre e por toda a sua vida.

Podes transformar teu lar num templo da Divina Missão de Amor. Quando defendes tua dignidade, defendes a dignidade de cada ser humano.

Mulher! Rejeita qualquer pensamento ou sentimento de rivalidade, pois isto destrói a unidade das mulheres. Caminha graciosamente, olhando sempre com admiração o teu eterno companheiro, o homem.

Mulher! Neste Dia Internacional da Mulher, dedicado a ti, todos te proclamam como a Senhora da criação e da beleza e admiram a dádiva que é ser mulher!

22
out

João e Mário

João é um importante empresário. Mora em um apartamento de cobertura, na zona nobre da cidade.

Enquanto isso, em bairro mais pobre de outra capital, vive Mário.

Num belo dia, João deu um longo beijo em sua amada e fez em silêncio a sua oração matinal de agradecimento a Deus pela sua vida, seu trabalho e suas realizações.

Após tomar café com a esposa e os filhos, João levou-os ao colégio e se dirigiu a uma de suas empresas.

Chegando lá, cumprimentou com um sorriso os funcionários, inclusive Dona Tereza, a faxineira.

Tinha ele inúmeros contratos para assinar, decisões a tomar, reuniões com vários departamentos da empresa, contatos com fornecedores e clientes, mas a primeira coisa que disse para sua secretária foi: “Calma, fazer uma coisa de cada vez, sem stress”.

Ao chegar a hora do almoço, ele foi para casa curtir a família. A tarde tomou conhecimento que o faturamento do mês superou os objetivos e mandou anunciar que todos os funcionários teriam gratificações salariais no mês seguinte.

Apesar da sua calma, ou talvez, por causa dela, conseguiu resolver tudo que estava agendado para aquele dia. Como já era sexta-feira, João foi ao supermercado, voltou para casa, saiu com a família para jantar e depois foi dar uma palestra para estudantes sobre motivação para vencer na vida.

Enquanto isso, em bairro mais pobre de outra capital, vive Mário. Como fazia em todas as sextas-feiras, Mário foi para o bar jogar sinuca e beber com amigos. Já chegou lá nervoso, pois estava desempregado.

Um amigo seu tinha lhe oferecido uma vaga em sua oficina como auxiliar de mecânico, mas ele recusou, alegando não gostar do tipo de trabalho.

Mário não tem filhos e está também sem uma companheira, pois sua terceira mulher partiu dias antes dizendo que estava cansada de ser espancada e de viver com um inútil. Ele estava morando de favor, num quarto imundo no porão de uma casa.

Naquele dia, Mário bebeu mais algumas, jogou, bebeu, jogou e bebeu até o dono do bar pedir para ele ir embora. Ele pediu para pendurar a sua conta, mas seu crédito havia acabado, então armou uma tremenda confusão… e o dono do bar o colocou para fora.

Sentado na calçada, Mário chorava pensando no que havia se tornado sua vida, quando seu único amigo, o mecânico, apareceu. Após levá-lo para casa e curado um pouco o porre, ele perguntou a Mário:

– “Diga-me por favor, o que fez com que você chegasse até o fundo do poço desta maneira?”

Mário então desabafou:

– A minha família… Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum. Tínhamos uma vida miserável.

Quando minha mãe morreu doente, por falta de condições, eu saí de casa, revoltado com a vida e com o mundo.

Tinha um irmão gêmeo chamado João, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca mais o vi. Deve estar vivendo dessa mesma forma.

Enquanto isso, na outra capital, João terminava sua palestra para estudantes. Já estava se despedindo quando um aluno ergueu o braço e lhe fez a seguinte pergunta:

– “Diga-me por favor, o que fez com que o senhor chegasse até onde está hoje, um grande empresário e um grande ser humano?” João emocionado, respondeu:

– “A minha família. Meu pai foi um péssimo exemplo. Ele bebia, batia em minha mãe, não parava em emprego nenhum. Tínhamos uma vida miserável”.

Quando minha mãe morreu, por falta de condições, eu saí de casa, decidido que não seria aquela vida que queria para mim e minha futura família.

Tinha um irmão gêmeo chamado Mário, que também saiu de casa no mesmo dia, mas foi para um rumo diferente, nunca mais o vi. Deve estar vivendo dessa mesma forma.

 

PARA REFLETIR

O nosso futuro está em nossas mãos e depende exclusivamente da postura com que encaramos a realidade. Aquele que têm uma postura negativa perante um problema com certeza só encontrará dificuldades; assim, o padrão de comportamento dele será sempre de Vítima, formando um ciclo vicioso. Já aquele que consegue ter uma postura positiva perante um problema (DESAFIO) conseguirá encontrar oportunidades e o padrão de comportamento dele será sempre de Realizador, formando assim um ciclo Virtuoso. Essa é a grande diferença entre “a vida te levar” e de “você levar a vida” e de ser “protagonista” ou um “mero coadjuvante” da história da sua vida.

Perceba que hoje somos resultado das atitudes que tomamos no passado, agora é só olhar a postura que você quer tomar no seu presente para criar seu futuro! Um grande abraço. (Alexandre B. Carmona)

 

1
out

Os Seis Cegos do Indostan

 

Conta-se que seis cegos do Indostan, que após tanto ouvirem falar de elefante, decidiram sair a campo para descobrir o que era realmente o elefante. Partiram em diferentes direções para encontrá-lo e trazer as descobertas.

O primeiro cego, batendo contra a larga e resistente anca do elefante, grita alto: “O meu Deus, o elefante não é nada mais que um grande muro”.

O segundo cego, sentindo a presa lisa e afiada, observa: “O elefante não é mais nada que uma lança”.

O terceiro cego, tocando a tromba do elefante, conclui apressadamente: “Quem não vê que o elefante não é nada mais que uma cobra?”.

O quarto cego, tropeçando com o joelho do elefante, afirma categoricamente: “Não tenho a menor dúvida, o elefante não é nada mais que uma árvore”.

O quinto cego, tocando a orelha do elefante, e como este estivesse abaixado, diz: “Ah, ninguém pode negar que o elefante não é nada mais que um cobertor”.

O sexto cego, agarrado à cauda do elefante, exclama com euforia pela descoberta: “Aqui está ele, o elefante não é nada mais que uma corda”.

 

Terminada a busca, os seis cegos voltam para, juntos discutirem a respeito dos seus achados e tirarem dúvidas a respeito do elefante. Cada um se apresenta fechado em sua auto-suficiência dogmática; o que vale é somente a sua verdade. Estão mais preocupados em defender seus próprios interesses e pontos de vista. Confraga-se a polêmica, acabam discutindo e se desentendendo ainda mais! Se estivessem abertos, com espírito interativo para ouvir a parcela de verdade do outro, poderiam ter crescido e descoberto uma imagem mais acertado do elefante… Seria o início do diálogo multidisciplinar. Não seria o mais óbvio? Mas não é tão simples quanto parece! Ledo engano acreditar que a realidade se dá a conhecer tão facilmente quanto imaginamos.

 

Esta história pode nos ensinar muito a respeito da vida, de relacionamentos, colaboração e interdisciplinaridade no contexto da saúde, quer no setor educativo, quer no assistencial. È hora de darmos crédito à ótica e terapêutica multidisciplinar, não por capricho ou modismo, mas por necessidade de honrarmos a verdade. A verdade revê-se dialogal.

 

O conhecimento, hoje, apresenta-se como um conjunto de especializações, por vezes, desconexas, em que acabamos sabendo sempre mais de cada vez menos, até chegarmos a saber quase tudo de quase nada. É um paradoxo! Esse conhecimento dificilmente se transforma em sabedoria se não honrar a contribuição da perspectiva multidisciplinar. A significação do conhecimento, do trabalho, da vida, enfim, pressupõe a interdependência colaborativa, que honre os valores que cada pessoa tem.

 

História contada por Léo Pessini na apresentação do livro de:

RAMPAZZO, Lino. Antropologia Religiões e Valores Cristãos. 2ª ed. São Paulo: Edições Loyola, 2000.

 

 

 

17
set

O Julgamento

 

O réu estava sendo julgado por assassinato. Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o corpo da vítima ainda não havia sido localizado.
Sem muita esperança, o advogado em comum acordo com o seu cliente, o réu, resolveu arriscar uma última estratégia desesperadora.
– Tenho uma surpresa! Dentro de um minuto, a vítima presumidamente assassinada entrará neste tribunal andando e nos relatará o mal entendido ocorrido. E olha para porta principal.
Os jurados inclusive o juiz, surpresos, repetem o mesmo gesto.
Findado o prazo, o advogado comenta:
– Realmente, ninguém entrou. No entanto, por vossas expectativas concluímos que o júri não tem certeza plena ou alguma de que o réu é mesmo o culpado.
Se não há corpo, não há assassinato.
Os jurados, aconselhados pelo juiz, retiram-se para a decisão final.

E vem o veredicto: CULPADO!

– Culpado? Mas como? – pergunta o advogado.
– Vocês estavam em dúvida, eu vi todos olharem para a porta principal!
E o juiz, antes de decretar a sentença, completa:
É verdade. Todos nós olhamos para a porta principal, menos o seu cliente, o réu.

REFLEXÃO:

Essa metáfora nos remete a dois pontos principais;
– do lado do réu faltou o COMPROMETIMENTO, pois quando um não se compromete o todo é afetado.
– do lado do juiz e jurados foi PERCEPÇÃO, pois sem ela este caso seria desastroso, podendo até ser feita uma injustiça, não é mesmo? Não podemos confiar apenas nas palavras, nossa linguagem corporal e tom de voz (não verbal) compreendem a maior parte da nossa comunicação.

“Sorte pode levar a um bom resultado. Trabalho e comprometimento são sinônimos de um bom resultado”. (Fred Teixeira)

11
set

O Desafio do Lenhador

Conta-se que um jovem lenhador ficara impressionado com a eficácia e rapidez com que um velho e experiente lenhador da região onde morava, cortava e empilhava madeiras das árvores que cortava.

O jovem o admirava, e o seu desejo permanente era de, um dia, tornar-se tão bom, senão melhor, que aquele homem, no ofício de cortar madeira.

Certo dia, o rapaz resolveu procurar o velho lenhador, no propósito de  aprender com quem mais sabia. Enfim ele poderia tornar-se o melhor lenhador que aquela cidade já tinha ouvido falar.

Passados apenas alguns dias daquele aprendizado, o jovem resolvera que já sabia tudo, e que aquele senhor não era tão bom assim quanto falavam.

Impetuoso, afrontou o velho lenhador, desafiando-o para uma disputa: em um dia de trabalho, quem cortaria mais árvores.

O experiente lenhador aceitou, sabendo que seria uma oportunidade para dar uma lição ao jovem arrogante.

Lá se foram os dois decidir quem seria o melhor.

De um lado, o jovem, forte, robusto e incansável, mantinha-se firme, cortando as suas árvores sem parar.

Do outro, o velho lenhador, desenvolvendo o seu trabalho, silencioso, tranqüilo, também firme e sem demonstrar nenhum cansaço.

Num dado momento, o jovem olhou para trás a fim de ver como estava o velho lenhador, e qual não foi a sua surpresa, ao vê-lo sentado.

O jovem sorriu e pensou: Além de velho e cansado, está ficando tolo. Por acaso não sabe ele que estamos numa disputa?

Assim, ele prosseguiu cortando lenha sem parar, sem descansar um minuto.

Ao final do tempo estabelecido, encontraram-se os dois, e os representantes da comissão julgadora foram efetuar a contagem e medição.

Para a admiração de todos, foi constatado que o velho havia cortado quase duas vezes mais árvores que o jovem desafiante.

Este, espantado e irritado, ao mesmo tempo, indagou-lhe qual o segredo para cortar tantas árvores, se, uma ou duas vezes que parara para olhar, o vira sentado e tranqüilo.

Ele, ao contrário, não havia parado ou descansado nenhuma vez.

O velho, sabiamente, lhe respondeu:

Todas as vezes que você me via assentado, eu não estava simplesmente parado, descansando. Eu estava amolando o meu machado!  (Albigenor e Rose Militão)

 

REFLEXÃO:

Quando chegamos a determinadas épocas de nossas vidas, como o fim de mais um ano de trabalho, de esforço, de empreendimento, esta lição pode ser muito bem aplicada.

É tempo de amolar o machado!

Embora achemos que não possamos parar, que tempo é dinheiro, que vamos ficar para trás, perceberemos, na prática, que se não pararmos para amolar o machado, de tempos em tempos, não conseguiremos êxito.

Amolar o machado não é apenas descansar o corpo, é também refletir, planejar, avaliar, limpar a mente e reorganizar o nosso íntimo.

Amolar o machado é raciocinar, usar da inteligência para descobrir se estamos usando nossas forças da melhor forma possível.

Assim, guardemos algum tempo para essas práticas realmente necessárias, e veremos, mais tarde, que nosso machado poderá cortar as árvores com muito mais eficiência.

Aprendizado é um processo que não tem fim. Sempre temos algo a aprender.

O tempo utilizado para afiar o machado é recompensado valiosamente.

 

* Preserve  e Ame sempre a natureza, desmatamento não é a idéia desse CONTO.

 

“Se eu tivesse oito horas para derrubar uma árvore, passaria seis afiando meu machado.” (Abraham Lincoln)

“O planejamento não é uma tentativa de predizer o que vai acontecer. O planejamento é um instrumento para raciocinar agora, sobre que trabalhos e ações serão necessários hoje, para merecermos um futuro. O produto final do planejamento não é a informação: é sempre o trabalho.” (Peter Drucker)

 

www.abccoaching.com.br