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O réu estava sendo julgado por assassinato. Havia fortes evidências sobre a sua culpa, mas o corpo da vítima ainda não havia sido localizado.
Sem muita esperança, o advogado em comum acordo com o seu cliente, o réu, resolveu arriscar uma última estratégia desesperadora.
– Tenho uma surpresa! Dentro de um minuto, a vítima presumidamente assassinada entrará neste tribunal andando e nos relatará o mal entendido ocorrido. E olha para porta principal.
Os jurados inclusive o juiz, surpresos, repetem o mesmo gesto.
Findado o prazo, o advogado comenta:
– Realmente, ninguém entrou. No entanto, por vossas expectativas concluímos que o júri não tem certeza plena ou alguma de que o réu é mesmo o culpado.
Se não há corpo, não há assassinato.
Os jurados, aconselhados pelo juiz, retiram-se para a decisão final.

E vem o veredicto: CULPADO!

– Culpado? Mas como? – pergunta o advogado.
– Vocês estavam em dúvida, eu vi todos olharem para a porta principal!
E o juiz, antes de decretar a sentença, completa:
É verdade. Todos nós olhamos para a porta principal, menos o seu cliente, o réu.

REFLEXÃO:

Essa metáfora nos remete a dois pontos principais;
– do lado do réu faltou o COMPROMETIMENTO, pois quando um não se compromete o todo é afetado.
– do lado do juiz e jurados foi PERCEPÇÃO, pois sem ela este caso seria desastroso, podendo até ser feita uma injustiça, não é mesmo? Não podemos confiar apenas nas palavras, nossa linguagem corporal e tom de voz (não verbal) compreendem a maior parte da nossa comunicação.

“Sorte pode levar a um bom resultado. Trabalho e comprometimento são sinônimos de um bom resultado”. (Fred Teixeira)